As motos mais econômicas do Brasil em 2026 para rodar o dia inteiro gastando pouco
Para o uso diário em 2026, o mercado brasileiro foca em modelos que equilibram o baixo consumo de combustível com a nova isenção de IPVA para motos de até 180 cm³ em estados como São Paulo. Marcas como Honda, Yamaha e Mottu dominam as escolhas de quem busca economia extrema para trabalho ou deslocamento urbano.
Quais são as motos mais econômicas (KM/L)?
A eficiência energética tornou-se o principal argumento de venda em 2026, com modelos superando a marca dos 50 km/l. A Honda Biz 125 continua como a referência absoluta em economia para o dia a dia, enquanto a Pop 110i se destaca pelo menor preço de aquisição do mercado.
O uso de injeção eletrônica otimizada e transmissões mais leves permite que esses modelos rodem o dia inteiro com um custo por quilômetro baixíssimo. Na tabela abaixo, apresentamos os indicadores de consumo e preços médios (Tabela Fipe/Sugerido) para os principais modelos:
| Modelo | Consumo Médio (Gasolina) | Preço Sugerido (Aprox.) |
| Honda Biz 125 | 62,8 km/l | R$ 12.850 |
| Honda Pop 110i ES | 49,1 km/l | R$ 10.080 |
| Honda Elite 125 (Scooter) | 45,0 km/l | R$ 13.880 |
| Yamaha R15 (Esportiva de entrada) | 54,7 km/l | R$ 23.390 |
| Mottu TVS Sport 110i | 55,0 km/l | R$ 12.990 |

Melhores opções para trabalho e delivery
Para quem utiliza a moto como ferramenta de trabalho, a durabilidade mecânica e a facilidade de encontrar peças são tão importantes quanto o consumo. A Honda CG 160 permanece como a “rainha das ruas” pela sua liquidez imbatível, mas rivais como a Yamaha Factor 150 ganham espaço pelo conforto em jornadas longas.
A manutenção simplificada dessas máquinas permite que o trabalhador realize trocas de óleo e filtros com custos reduzidos. Além disso, a isenção de IPVA em 2026 para essa categoria alivia diretamente o orçamento anual. A lista abaixo apresenta os diferenciais de cada modelo para o uso profissional:
- Honda CG 160 (Fan/Start): Possui a maior rede de assistência do Brasil e revenda imediata;
- Yamaha Factor 150: Oferece um banco mais ergonômico, ideal para evitar fadiga após 8 horas de pilotagem;
- Mottu TVS Sport 110i: Consolidou-se como a segunda City mais vendida devido aos planos de aluguel facilitados para entregadores;
- Shineray Free 150 EFI: Surge como a opção com injeção eletrônica de menor custo para quem quer fugir dos juros de financiamento.
Praticidade no trânsito urbano
As scooters tornaram-se as favoritas de quem busca fugir do transporte público sem abrir mão do conforto. Modelos como a Honda PCX 160 e a Yamaha NMAX oferecem freios ABS e câmbio automático CVT, facilitando a vida de quem não quer se preocupar com trocas de marcha constantes no engarrafamento.
Embora o custo de manutenção de uma scooter seja ligeiramente superior ao de uma moto de corrente, o ganho em proteção contra chuva e espaço sob o banco compensa o investimento. Para 2026, as principais novidades tecnológicas incluem:
- Honda PCX 160: Sistema Start-Stop que desliga o motor em paradas, elevando a média para 40 km/l;
- Yamaha Fluo ABS: Destaca-se pela leveza e pelo sistema Smart Key (chave presencial) de série;
- Haojue Lindy 125: Continua sendo a escolha racional para quem busca uma scooter robusta com preço de usada.
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Vale a pena investir em uma moto elétrica em 2026?
O mercado de motos elétricas cresceu com a chegada de marcas como Watts e Shineray, focadas em percursos curtos de até 60 km diários. O custo por “abastecimento” elétrico é quase dez vezes menor que o da gasolina, mas o preço de aquisição ainda exige um planejamento financeiro maior.
A ausência de troca de óleo, filtros e velas reduz a manutenção ao básico: pneus e pastilhas de freio. Todavia, o comprador deve avaliar a infraestrutura de recarga em sua residência ou trabalho antes de abandonar os motores a combustão. Analogamente, o silêncio e a entrega de torque imediato transformam a pilotagem elétrica em uma experiência muito mais relaxante no caos urbano.
